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Rosademesinha é uma flor silvestre, mas muito delicada, e sensivel, nome que uma amiga minha me deu, achei interessante, titular meu blogs com este nome, que no fundo diz de mim o que na verdade sou. Campesina, Delicada, Sentimental, Sensivel.
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Quando o bate acerta bem
Na colorida pandeireta
Aí ninguém se contém
Todo o povo dança e canta
*
Mas se acaso a castanhola
Ouvir esse som também
Salta logo que nem mola
E já ninguém a detem
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E o povo esbanja alegria
Canta as saias, vai de roda
São noites de fantasia
Durante uma vida toda
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Os truques, todos conhecem
Nascem da veia, da alma
Gerações que nunca esquecem
Melodias que os acalma
*
*
Esta pandeireta colorida
Fez "mê" mano, p'ra "ma" dar
P'rá "legrar a minha vida
Enquanto por aqui andar
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Vêm de Espanha as castanholas
Com saleiro e sangue novo
Fazer das lusas espanholas
Nas belas festas do povo
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Vem p'rá rua que é melhor
Veste o traje de avental
Mostra que Campo Maior
Faz parte de Portugal
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Ainda há belas tradições
Que vale a pena viver
São gratas recordações
Que o povo teima em manter
*
Nas belas festas da flor
Vem amigo partilhar
Pois neste Campo Maior
Toda a gente pode entrar
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ROSA GUERREIRO DIAS
30-7-2008
11-3-2011
Antes do espectaculo
Entrando em acção
Actuando na Trafaria
Nortenhos com alma alentejana
O futuro economista Tó -Pê
Com a já Engenheira Agrónoma Claudia Martins
Um quadro interessante, alentejanas disfarçadas de Sevilhanas
Foi belo de ver, de ouvir, de compartilhar tanta emoção tanta alegria.
Os nossos meninos ficaram nos nossos corações, e deixaram uma saudade que um dia irá fazer com que eles voltem novamente aos braços do Sul.
Um abraço da alma alentejana, e todos os que a compõem, incluindo a poetisa Rosa Dias.
O nosso manejeiro, orientando o grupo
Em fase de treino, algures no caminho
A atenção do futuro Dr. ao mestre experiente
A surpreza da chegada, aguçando o apetite
O calor apertava a xixa estalava
Porco desventrado, por nós desejado
A cachola apreciada
Sardinha pingando o pão, que corria de mão em mão
Pedro Mestre ----- Mestre Pedro
Depois da farta refeição.
Chega a hora da representação com Fátima e seu irmão
O jovem Dr. aprendendo com o povo
Tó -Pê dialogando com as cantadeiras da Alma Alentejana
Todos em palco, grupo das cantadeiras, Orfeão do Porto
Os meninos do concelho de Almodôvar derigidos por
Pedro Mestre .
Alguns elementos de seu grupo.
E ainda os cardadores de Sete
As vozes do povo num encontro feliz
O cante vindo do Norte, gritando união
O repouso do Dr.
Assim se passou mais um fim de semana desta vez no belo e quente interior Alentejano
< Aldeia de Sete>.
Ruas arranjadas, , rodapez coloridos, casinhas caiadas vasos floridos .
Gente recolhida assim foge à calma, vai fazer a sesta
Descansa o corpo e a alma, Até chegar a festa.
Rosa Dias -- 20-7-2008
Não era o vento suão;
Nem mau vento vindo de Espanha
Mas sim um vento manganão;
Que ali chegou cheio de manha.
*
Mais parecendo um furacão
Ganhou asas a ventania
Irrompendo p'lo serão
Dos amantes da poesia
*
A palavra lá saía
Empurrada pelo vento
Enquanto a poetisa sorria
Ao povo que estava atento
*
Dizendo, louvou sua gente
Dum jeito que a caracteriza
Ninguém ficou indiferente
Ao esforço da poetisa
*
Depois foi esse sorriso
Dum povo sua raíz
E nada mais foi preciso
P'rá poetisa ser feliz
*
Autografando
Relembrando a sua gente
Trocando impressões com a Vereadora da Cultura
Ana Golaio
Assinando com o mesmo sentimento que faz poesia
E assim termina mais uma noite em Campo Maior.
*
Mas não me dei por vencida
Mais forte que o próprio vento
Mais forte que a própria vida
É este meu sentimento
Que ao vento não dá guarida.
*
AQUELE ABRAÇO AO POVO DE CAMPO MAIOR, A QUEM AMO DE CORAÇÃO.
Meus amigos, aqui está o desejado CD.
Enderesso da página! http://rosadias.pt.vu
É só clicar, e ouvir, deixem vossa opinião, vosso comentario.
Aquele abraço amigo da Rosa
O mal necessário
Fala-se tanto de um novo
Aeroporto *****
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Com grandes dimensões, mais
identificado com a Europa a que
Portugal pertence.
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Espero sinceramente, que se inclua nesse novo Aeroporto, salas, espaços apropriados, onde as pessoas possam descansar, das longas esperas a que são submetidas, contra a sua própria vontade, devido aos constantes atrasos dos voos em questão.
Era bom pensar-se um pouco mais na parte humana quando se constróem grandes dimensões, como neste caso Aeroportos, em vez de serem apetrechados com grandes bazares, chiques lojas, grandes esplanadas, onde se praticam preços exorbitantes, uma autêntica exploração, e ás descaradas, onde cada um pratica o preço que quer.
Homens Ladrões de homens.
Que assim vão enchendo seus cofres explorando o seu semelhante, nestes negócios sujos feitos nas barbas das outoridades que fecham os olhos e vão ao mesmo tempo pactuando, neste meter a mão no bolso do alheio, quase não se vai podendo beber uma bica, ou comprar seja o que for devido ao alto custo praticado nestes espaços.
*
Mas condições de conforto aos clientes, não se dão nenhumas.
Se não vejamos o que presenciei no passado Domingo de manhã dia 6-7-2008.
No Aeroporto da Portela em Lisboa.
Estes são os que vão ajudando a encher os bolsos
de quem os pisa e os trata abaixo de cão.
Não é invenção, é bem visível.
Só me resta dizer!
Tenham vergonha!