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Este meu Blogs foi construido, com as minhas carcterísticas.

 E com os sintomas de paz que minha alma sente.

Não irei permitir!

Que seja usado para comentários menos próprios!

Palavras obscenas, ou maledicência .

Estou aberta a criticas, mas só as construtivas!

As destrutivas dispenso!

Quem aqui entrar terá que respeitar estas regras!

Caso contrário, agradeço a vossa passagem por aqui!

 Mas peço delicadamente que se retire e que não volte.

Eu sei que são poucos!

Mas nesta terra ainda existe gente com princípios.

Para os quais o respeito pelos outros e as boas maneiras está acima de tudo.

Gente que embora pobre, cresceu juntamente à estaca da correcção.

Como as Árvores!

Não sou ignorante ao ponto de pensar que existe a perfeição no ser humano!

Mas sinto-me uma privilegiada...

   Pois o desejo de fazer o melhor está cá dentro!

O que me tem servido de travão para os meus princípios não se abandalharem.

 

Sem outro assunto

Respeitosamente

Rosa

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publicado às 08:46


OLHANDO PELO OUTRO LADO

por Rosa Guerreiro Dias, em 24.09.10

 

Sonhámos com coisas que queriamos ter!

Mas nunca tivemos!

Apenas sonhos...

Pois logo chega a realidade oferecer-nos as coisas!

Com que nunca sonhámos!

Apesar da distância que me separa da Vila onde nasci e me criei Campo Maior,  sempre me interessei dentro dos possíveis, pelo seu desenvolvimento.

Gosto na verdade de chamar à atenção quando algo não está devidamente correcto no que respeita à nossa Vila e às necessidades do nosso povo…

Mas também gosto de realçar quando vejo esforços sendo feitos no intuito de beneficiar de engrandecer e actualizar os espaços comunitários.

Os tempos mudam, e quem não conhece o velho ditado!

“ Cada cabeça sua sentença”

Só que não podemos tirar o valor a quem se esforça por, tentar evoluir, restaurando, alterando, compondo, melhorando!

Ainda que não seja do agrado de todos essas transformações, nós povos temos por obrigação; Apoiar, criticando sim, mas construtivamente, sem estarmos constantemente a repisar a desmoralizar, a desmotivar!

Através dos tempos sempre se foi fazendo alguma coisa.

 

Se não vejamos!

Nos meus tempos, não tínhamos em Campo Maior!

  

Um “Campo de Bola” que foi e será sempre o orgulho dos campomaiorenses.

As “Piscinas Municipais”.

Um outro e lindo Jardim na zona Industrial.

 Melhoramentos de saneamento.

O arranjo e calcetamento de ruas.

A restauração e reestruturação do jardim principal “ A nossa Avenida”.

No lugar do já antigo e degradado Coreto! Surgiu um outro, em maiores dimensões, onde se destacam alguns pormenores que não posso deixar de relevar!

Foi aproveitado o seu interior subterrâneo, para os campomaiorenses e todos os visitantes de Campo Maior usufruírem de uns excelentes WC já adaptados com rampas de acesso.

E ainda o pormenor interessantíssimo, a feitura de azulejo idêntico ao anterior que guarnece as paredes do redondel do novo Coreto.

A iluminação.

O crescimento e desenvolvimento em termos de Restauração.

Um Centro Cultural.

Um Centro de Saúde.

Um Lar para a Terceira idade.

Um Centro Comunitário para laser da terceira idade.

Outro Centro de convívio com várias valências “A Curpi”.

Reestruturação das escolas.

A Restauração da capela de S. Pedro

A Restauração da Capela da Sra. da Enxara

Que em tempos ambas estiveram ao abandono!

 

O Museu da Vila na “Casa do Acento”

O Museu do azeite, no “Palácio do Visconde de Olivã”

Umas Piscinas que são, e ainda mais serão o orgulho dos camponeses - na Fonte Nova.

 

-O Museu do Café no Monte das Argamassas

- A Adega Mayor

Estas, embora sejam duas obras a nível particular, vieram também enriquecer e em muito a nossa Vila.

 

Tudo isto existe hoje em Campo Maior!

*****

 

Não será tudo o que queremos e desejamos, mas qual de nós como cidadãos individuais estamos contribuindo com nosso esforço para a melhoria de bens comuns, como por exemplo;

 

Apanhar com um saco, que é de lei, as necessidades dos animais, quando com eles passeamos nas ruas!

Não deitar lixo para o chão!

Admoestar nossos filhos, e netos antes de irem para a escola, que a caminho desta, não devem ir riscando as paredes das casas, e não irem tocando aos martelos nem nas campainhas das portas!

Ou destruindo simplesmente por prazer, os interruptores?

Mantermos os passeios de nossas casas limpos!

Tendo em atenção, o não despejar águas sujas nos passeios que não só nos prejudicam a nós como aos nossos vizinhos, e dão a quem passa um aspecto de desmazelo?

Será que quando passeamos nossos filhos ou netos nos jardins da Vila os alertamos para não colherem as flores, para não estragarem nem sujarem o espaço em questão?

Para não deitarem lixo de várias espécies no lago dos cisnes, que além do mau aspecto se pode contaminar as águas e provocar a morte dos lindos cisnes?

Não riscar os bancos dos jardins?

Quando usamos as casas de banho termos o cuidado de puxar o autoclismo e não deixar papeis sujos no chão, para que os que vão a seguir, que até podem ser visitantes não levem uma má impressão do povo de Campo Maior?

 

Todos estes cuidados pertencem a nós, será que os estamos pondo em prática?

Para nos sentirmos bem conscienciosamente e para o bem comum?

Vamos em conjunto realçar mais as coisas boas que poderão ser poucas, mas também as há.

 

Cada um de nós tem um papel a cumprir, e se cada um cumprir o seu, de mãos dadas com os outros, podemos ter certeza que desta forma estaremos contribuindo para uma melhor sociedade no futuro.

 

Deixando o povo falar

Vejamos a comparação

          Pouco que haja a comparar

         O povo tem sempre razão

 

“O futuro pode ser comparado a uma boa carne de alguidar ou de assar”

 

Como? perguntarão?

 

“Bom se a carne não for temperada de vésperas, não sairá tão saborosa, tão tenra, tão apetecível”

 

“O futuro tem que se trabalhar, temperar, preparar de vésperas, para que assim tenhamos bons resultados.

  

Rosa Dias

24-9-2010

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publicado às 15:42


O NOSSO CASTELO!... DIZEM QUE AFINAL NÃO É NOSSO!

por Rosa Guerreiro Dias, em 20.09.10

Vila de Campo Maior- Norte

Vila de Campo Maior- Sul

Castelo de Campo Maior- Hoje só o topo.

 

*****

 

Vila Valorosa e Bela

 

 

Vila de Campo Maior

Nobre chão abençoado!

Esse teu Castelo imponente

Vai gritando descontente!

Já saudoso do passado.

Na tua janela arrendada!

Já chorei a tua sina

A tua glória passada.

E meus tempos de menina.

Vejo-te hoje ao abandono!

Caindo por toda a parte...

 Nesta Vila!

Tu não tens dono!

Mas se o tens; não sabe amar-te.

Teu portão fechado!

Turismo! Nem vê-lo

Já não és dourado!

Meu nobre Castelo.

Por dentro! Não sei! Não me deixam ver!

Mas por fora notei, estás a apodrecer...

Ás tuas muralhas velhinhas!

As lixeiras causam danos.

Servindo de estrumeira ás galinhas...

E de retrete aos ciganos.

Mas tu pertences a nós!

E à nobre Vila em questão...

A nossos pais e avós!

E ás gerações que virão!

Estas novas leis de agora

Vindas lá, da CEE!

Património de cá!

Diz que é de fora!

Vá a gente saber como é.

E assim por este andar.

Até Portugal tomarão!...

Vão nosso nome apagar.

E os "Descobridores" passarão!

A portugueses de aquém Mar...

*

Se não houver p'rá "í um português

Que nos livre destes trambiques

Vai ter que renascer outra vez

Esse grande "Afonso Henriques"

 

Rosa

20-9-2010

 


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publicado às 08:23


Gostaria que assim fosse

por Rosa Guerreiro Dias, em 09.09.10

 

 

Minha última vontade

 

 

Há um dia em cada vida

Um dia não desejado

Dia da nossa partida

Sem regresso anunciado

 

Quem parte descansa enfim

Quem fica chora a saudade

E faz santo, quem foi ruim

É triste, mas é verdade

 

Quando esse dia chegar

Quero toda a gente a sorrir

Não quero ninguém a chorar

Por esta Rosa partir

 

Cada amigo, uma Rosa

É esta a minha vontade

E se for amarela e cheirosa

Parto feliz de verdade

 

Não quero coroas nem ramos

Nem as missas de encomenda

Pois quando morrer todos vamos

Com destino à mesma tenda

 

A justiça de Deus está esperando

E sem truque, alarido ou guerra

Em verdade irá julgando

Cada um que vai desta terra

 

Só espero ser perdoada

De algum deslize sem querer

Tudo dei sem esperar nada

Muito amei até morrer.

 

J. Rosa Pedreiro Guerreiro Dias

Lisboa 9-9-2010

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publicado às 20:34


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