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Rosa, Pandeireta, Castanholas

por Rosa Guerreiro Dias, em 30.07.08

*

Quando o bate acerta bem

Na colorida pandeireta

Aí ninguém se contém

Todo o povo dança e canta

*

Mas se acaso a castanhola

Ouvir esse som também

Salta logo que nem mola

E já ninguém a detem

*

*

E o povo esbanja alegria

Canta as saias, vai de roda

São noites de fantasia

Durante uma vida toda

*

*

Os truques, todos conhecem

Nascem da veia, da alma

Gerações que nunca esquecem

Melodias que os acalma

*

*

Esta pandeireta colorida

Fez "mê"  mano, p'ra "ma" dar

P'rá "legrar a minha vida

Enquanto por aqui andar

*

*

Vêm de Espanha as castanholas

Com saleiro e sangue novo

Fazer das lusas espanholas

Nas belas festas do povo

*

*

Vem p'rá rua que é melhor

Veste o traje de avental 

Mostra que Campo Maior

Faz parte de Portugal

*

*

Ainda há belas tradições

Que vale a pena viver 

São gratas recordações

Que o povo teima em manter

*

Nas belas festas da flor

Vem amigo partilhar

Pois neste Campo Maior

Toda a gente pode entrar

**

ROSA GUERREIRO DIAS

30-7-2008

11-3-2011

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publicado às 19:20


OS HOMENS DO NORTE

por Rosa Guerreiro Dias, em 22.07.08

Aí estão os nossos meninos

cantando com entusiasmo e alegria

as cantigas de todos nós, cantigas do nosso povo, ora de dor, ora de alegria, ora de saudade.

Os meninos.

Homens do Norte, que trouxeram ao Sul uma lufada de ar fresco através de sua simpatia, carinho, e fraternidade.

São eles o Orfeão Universitário do Porto.

Antes do espectaculo

Entrando em acção

Actuando na Trafaria

Nortenhos com alma alentejana

O futuro economista Tó -Pê

Com a já Engenheira Agrónoma Claudia Martins

Um quadro interessante, alentejanas disfarçadas de Sevilhanas

 

Foi belo de ver, de ouvir, de compartilhar tanta emoção tanta alegria.

Os nossos meninos ficaram nos nossos corações, e deixaram uma saudade que um dia irá fazer com que eles voltem novamente aos braços do Sul.

Um abraço da alma alentejana, e todos os que a compõem, incluindo a poetisa Rosa Dias.

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publicado às 21:36


Passeios com êxito

por Rosa Guerreiro Dias, em 21.07.08

Iniciando passeio a " SETE "

Aldeia do concelho de Castro Verde

O nosso manejeiro, orientando o grupo

Em fase de treino, algures no caminho

A atenção do futuro Dr. ao mestre experiente

A surpreza da chegada, aguçando o apetite

O calor apertava a xixa estalava

Porco desventrado, por nós desejado

A cachola apreciada

Sardinha pingando o pão, que corria de mão em mão

Pedro Mestre ----- Mestre Pedro

Depois da farta refeição.

  Chega a hora da representação com Fátima e seu irmão

 

O jovem Dr. aprendendo com o povo

Tó -Pê dialogando com as cantadeiras da Alma Alentejana

Todos em palco, grupo das cantadeiras, Orfeão do Porto

Os meninos do concelho de Almodôvar derigidos por

Pedro Mestre .

Alguns elementos de seu grupo. 

E ainda os cardadores de Sete

As vozes do povo num encontro feliz

O cante vindo do Norte, gritando união

O repouso do Dr.

 

Assim se passou mais um fim de semana desta vez no belo e quente interior Alentejano

< Aldeia de Sete>.

Ruas arranjadas, , rodapez coloridos, casinhas caiadas vasos floridos .

Gente recolhida assim foge à calma, vai fazer a sesta

Descansa o corpo e a alma, Até chegar a festa.

 

Rosa Dias  --  20-7-2008

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publicado às 22:00


O VENTO MARCOU PRESENÇA

por Rosa Guerreiro Dias, em 14.07.08

Não era o vento suão;

 

Nem mau vento vindo de Espanha

Mas sim um vento manganão;

Que ali chegou cheio de manha.

*

Mais parecendo um furacão

Ganhou asas a ventania

Irrompendo p'lo serão

Dos amantes da poesia

*

A palavra lá saía

Empurrada pelo vento

Enquanto a poetisa sorria

Ao povo que estava atento

*

Dizendo, louvou sua gente

Dum jeito que a caracteriza

Ninguém ficou indiferente

Ao esforço da poetisa

*

Depois foi esse sorriso

Dum  povo sua raíz

E nada mais foi preciso

P'rá poetisa ser feliz

*

 

Autografando

Relembrando a sua gente

Trocando impressões com a Vereadora da Cultura

Ana Golaio

Assinando com o mesmo sentimento que faz poesia

E assim termina mais uma noite em Campo Maior.

Onde um turbilhão de sentimentos se envolveram num abraço.

Poesia

Amizade

Sentimento

Alegria

Saudade.

Tudo isto em movimento

sacudido pelo vento.

*

Mas não me dei por vencida

Mais forte que o próprio vento

Mais forte que a própria vida

É este meu sentimento

Que ao vento não dá guarida.

*

AQUELE ABRAÇO AO POVO DE CAMPO MAIOR, A QUEM AMO DE CORAÇÃO.

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publicado às 10:52


CD. OLHAR POÉTICO

por Rosa Guerreiro Dias, em 11.07.08

Meus amigos, aqui está o desejado CD.

Enderesso da página! http://rosadias.pt.vu

É só clicar, e ouvir, deixem vossa opinião, vosso comentario.

Aquele abraço amigo da Rosa

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publicado às 00:53


ISTO É LISBOA, ISTO É FADO.

por Rosa Guerreiro Dias, em 08.07.08

Aeroporto de Lisboa

O voo desejado 

 

O mal necessário

 

                    

Fala-se tanto de um novo

 

Aeroporto *****

*

Com grandes dimensões, mais

 

identificado com a  Europa a que

 

Portugal pertence.

*

Espero sinceramente, que se inclua nesse novo Aeroporto, salas, espaços apropriados, onde as pessoas possam descansar, das longas esperas a que são submetidas, contra a sua  própria vontade,  devido aos constantes atrasos dos voos em questão.

Era bom pensar-se um pouco mais na parte humana quando se constróem grandes dimensões, como neste caso Aeroportos, em vez de serem apetrechados com grandes bazares, chiques lojas, grandes esplanadas, onde se praticam preços exorbitantes, uma autêntica exploração, e ás descaradas, onde cada um pratica o preço que quer.

 

 

 

Homens Ladrões de homens.

 

Que assim vão enchendo seus cofres explorando o seu semelhante, nestes negócios sujos feitos nas barbas das outoridades que fecham os olhos e vão ao mesmo tempo pactuando, neste meter a mão no bolso do alheio, quase não se vai podendo beber uma bica, ou comprar seja o que for devido ao alto custo praticado nestes espaços.

*

Mas condições de conforto aos clientes, não se dão nenhumas.

Se não vejamos o que presenciei no passado Domingo de manhã dia 6-7-2008.

No Aeroporto da Portela em Lisboa.

 

Estes são os que vão ajudando a encher os bolsos

de quem os pisa e os trata abaixo de cão.

Não é invenção, é  bem visível.

Só me resta dizer! 

Tenham vergonha!

 

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publicado às 07:54


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